A Escala de Dependência Tecnológica tem como objetivo avaliar a presença e a intensidade de comportamentos associados ao uso disfuncional de tecnologias digitais, especialmente o uso excessivo de dispositivos como smartphones, computadores e acesso à internet. O instrumento é fundamentado em construtos relacionados à dependência comportamental, autorregulação, uso compulsivo e impactos psicossociais associados à tecnologia.
Tempo médio de aplicação
Aproximadamente 5 a 7 minutos
População-alvo
Adultos em geral
Situações recomendadas para uso
Triagem clínica de uso problemático de tecnologia, formulação de caso, investigação de comorbidades (como ansiedade ou depressão), planejamento terapêutico e monitoramento em contextos de saúde mental e dependências comportamentais.
1. Estrutura do instrumento:
2. Descrição das subescalas, dimensões ou fatores:
Com base no conteúdo dos itens, é possível identificar agrupamentos temáticos úteis à análise clínica (sugestão qualitativa, não validada):
OBS: Essas categorias são apenas referenciais e não baseadas em análise fatorial empírica.
3. Pontuação e faixas de interpretação (cutoffs):
3.1. Sugestão para pontos de corte (baseada na pontuação bruta e em diretrizes internacionais para instrumentos similares):
4. Cuidados éticos e limitações de aplicação:
5. Sugestões para análise clínica:
Brasil, A. C., et al. (2020). Uso problemático de tecnologia: novas perspectivas. Revista Brasileira de Saúde Mental, 12(1), 45-60.
Por favor, leia atentamente cada afirmação e marque a alternativa que melhor representa sua experiência em relação ao uso da tecnologia. As opções são:
Nunca: a situação descrita não ocorre.
Raramente: ocorre em poucas ocasiões.
Às vezes: ocorre de forma ocasional ou moderada.
Frequentemente: ocorre na maior parte das vezes.
Sempre: ocorre de forma constante ou habitual.
Clique no botão abaixo para ser redirecionado ao arquivo em formato digital para impressão.